INX ganha o processo contra a agência por mau tratamento e condições de trabalho

No dia 22 de junho, foi divulgado que o INX, grupo de cinco integrantes, ganhou seu processo contra a agência por mau tratamento e condições de trabalho.

No dia 20, no Tribunal Distrital de Seul, o juiz determinou o término do contrato do INX com a agência. Segundo relatos, a agência do grupo masculino continuou diminuindo o quadro de funcionários de sua empresa. O que dificultou apoio aos integrantes em termos de gerência, transporte, aulas de canto e dança.

Era esperado que eles pagassem do seu próprio bolso os gastos com cabelo e maquiagem, juntamente com procedimentos cosméticos sob o pretexto de “auto-gestão”. O grupo também teve que alugar uma sala de ginástica para treinar. Só que a senha para entrar na sala era alterada frequentemente, limitando o seu acesso. E além disso, a empresa não forneceu apoio monetário para alimentação ou itens de casa em seu dormitório.

A agência dizia aos membros, “Você não vai morrer só porque você pulou uma refeição”. Quando um funcionário da empresa falou que a agência deveria pagar pelas refeições do grupo, ele foi demitido imediatamente.

Para suas promoções no exterior, Japão e em Taiwan, o INX não era acompanhado por gerentes ou funcionários, tendo que se auto promover. Esta falta de segurança levou os integrantes do grupo sofrerem frequentes ocorrências de assédio sexual nos eventos.

O líder/chefe da agência muitas vezes intimidava os integrantes, afirmando, “Se você não obedecer, eu vou destruir as suas chances nesta indústria”. Os integrantes também foram ameaçados com uma multa se ousassem quebrar o seu contrato.

Apesar de seus esforços, o INX diz que nunca foi pago por nenhuma de suas atividades. Quando levaram o caso ao tribunal, o juiz considerou o contrato exclusivo inválido, uma vez que a empresa não cumpriu com as suas obrigações contratuais.

O INX fez sua a estréia em 2016 com o single digital “Alright“, e seu último lançamento foi “2gether” em 2017.

Fonte: Allkpop

Sobre Erika

Conheceu o K-pop em 2008 e curiosamente foi por meio das promoções do DBSK/TVXQ/ Tohoshinki no Japão.

There are 14 comments

  1. Marcos Hanttaro

    nossa q absurdo! Coitados deles, q situação… Eles eram praticamente escravos, a gente so sabe dissos quando vem a caso!
    Espero q com uma nova empresa eles sejam felizes e tenha mais sucesso
    (ja espero a um tempinho noticias deles)

  2. Lim Lia

    Qual o nome da agência, só pra saber mesmo?
    Que bom que processaram esse lixo. Trabalhar de graça e ainda por cima tirar do próprio bolso pra pagar aquilo que a agencia deveria arcar é um absurdo.
    Apesar de já ter ouvido falar sobre eles, eu não os acompanhava. Tomara que eles encontre uma empresa que valorize eles e que não faça eles pagar do próprio dinheiro algo que a empresa dever arcar e que está no contrato. Que forneça recursos necessários para continuar como artistas e que paguem eles devidamente

  3. Mily

    Já tinha lido sobre eles estarem brigando com a empresa deles, parabéns a eles por terem conseguido sair dela e ainda vencer o caso. Infelizmente sabemos que isso de “contrato escravo” não é novo, e só é descobrido em pequenos detalhes.

  4. Azealia Banks do KPOP

    Wow, que surpresa né capopeiras?
    Acordem pra vida, vocês alimentam isso. TODAS as agência praticam violência, seja psicológica, verbal e até física e sexual, direta ou indiretamente, contra os seus idols.
    Todas vocês psicopatas que brigam tão calorosamente por causa de fandom colaboram pra esse tipo de coisa continuar acontecendo, vocês alimentam isso e depois, com a maior hipocrisia do mundo, falam “ain coitadinhos snif sniff, tomara q sejam felizes em outra agência snif”

    O produto KPOP é legal, mas os meios que levam até chegar aos nossos olhos e ouvidos é NOJENTO.

    Esses meninos merecem mesmo parabéns pela coragem de enfrentar tais situações sozinhos. Que sirva de exemplo pra outros idols. Se esses processos se tornarem cada vez mais frequentes, as agências pensarão duas vezes antes de tratar artista feito escravo.

    1. 64-bit

      Tem umas empresas meio aleatórias que tratam bem os idols.
      Tipo a empresa da Lee Jin Ah que GRAÇAS À ODIN MOSTROU PARA O MUNDO UMA DAS MELHORES CANTORAS E COMPOSITORAS DE JAZZ DA ÁSIA.
      Tem a empresa do Gfriend, tem a Woolim que pra mim é uma das empresas que mais se preocupa com seus idols.

      Tem umas empresas meio who que ainda dá pra ter esperança…

      1. Azealia Banks do KPOP

        Já li uma repercussão negativa com a Woolim. Eu gostava de um duo de irmãos chamado Tasty. Eles saíram da agência, acho que processaram também. Hoje em dia nem sei onde andam, sei que trocaram o nome do duo, se é que continuam juntos.

  5. Ana

    Achei que essa vitória no processo não foi tão justa, a quebra de contrato deveria ser o mínimo, eles deveriam ter sido ressarcidos também, pelo espaço que tiveram que alugar, pelas refeições e etc.

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